Autismo – O Que É – Sintomas – Tratamento
Sem preconceito, vamos entender o que é AUTISMO?
O autismo, hoje chamado de transtorno do espectro autista (ou TEA) engloba uma série de síndromes que possuem como características marcantes o comprometimento da interação social, comunicação (verbal e não verbal) e a presença de padrões comportamentais repetitivos e restritivos.
Causa
Embora se saiba que é causado por diversos fatores, pesquisas recentes mostram que o autismo possui um fator genético muito forte.
Em casos mais sérios, o indivíduo pode apresentar sinais como a ausência de comunicação verbal e até uma dependência completa para a realização de atividades básicas.
Nos mais leves, o transtorno se manifesta de maneira sutil, afetando, principalmente, a maneira com que a pessoa se comunica e relaciona.
Por causa dessa complexidade, o envolvimento de diferentes especialidades da área da saúde, como neurologia, psicologia e psiquiatria, é fundamental para um diagnóstico correto e, sobretudo, precoce.
Acredite: isso aumenta as chances de promover um melhor desenvolvimento do indivíduo.
Sinais e Sintomas
– Bebês que evitam o contato visual com a mãe, inclusive durante a amamentação.
– Choro ininterrupto
– Apatia
– Inquietação exacerbada
– Pouca vontade para falar
– Surdez aparente: a criança não atende aos chamados
– Transtorno de linguagem, com repetição de palavras que ouve
– Movimentos pendulares e repetitivos de tronco, mãos e cabeça
_ Ansiedade
– Agressividade
– Resistência a mudanças na rotina: recusa provar alimentos ou aceitar um novo brinquedo, por exemplo
Fatores de risco
– Sexo masculino: o autismo é de duas a quatro vezes mais frequente em meninos do que em meninas
– Predisposição genética
– Poluição
– Infecções como rubéola durante a gravidez
O Diagnóstico
Não existem exames laboratoriais ou de imagem que ajudem a identificar o autismo.
Em geral, o médico considera o histórico do paciente, a observação de seu comportamento e os relatos dos pais.
São observados ainda traços como inabilidade para interagir socialmente e comportamento restritivo e repetitivo.
O Tratamento
O tratamento vai depender do tipo de autismo que a criança possui e do seu grau de comprometimento, mas pode ser feito com:
- Uso de medicamentos prescritos pelo médico;
- Sessões de fonoaudiologia para melhorar a fala e a comunicação;
- Terapia comportamental para facilitar as atividades diárias;
- Terapia de grupo para melhorar a socialização da criança.
Apesar do autismo não ter cura, o tratamento, quando é realizado corretamente, pode facilitar o cuidado com a criança, tornando a vida dos pais um pouco mais facilitada.
Nos casos mais leves, a ingestão de medicamentos nem sempre é necessária e a criança pode levar uma vida bem próxima do normal, podendo estudar e trabalhar sem restrições.
O carinho e o respeito com o Autista e sua família, ainda é o melhor tratamento.
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